Área Metropolitana de Lisboa

Economia e comunicação social em debate

Atenção, abrirá numa nova janela. PDFVersão para impressãoEnviar por E-mail

Jornal - Área Metropolitana de Lisboa

O movimento “Pela Liberdade, pela Democracia, por Abril” vai promover um conjunto de iniciativas com vista a assinalar o 35.º Aniversário do 25 de Abril, na Casa do Alentejo em Lisboa.
Entre as realizações previstas está uma exposição de artes plásticas, com obras de artistas de Abril que será inaugurada no dia 16 de Abril, às 18 horas. No mesmo dia, meia hora mais tarde, realiza-se o colóquio subordinado ao tema “A Economia e as Crises – que Futuro?”. São oradores João Ferreira do Amaral (economia e desenvolvimento regional), Fernando Marques (a crise e os aspectos sociais) e Sérgio Ribeiro (perspectivas teóricas da economia) que também modera o debate que pretende fazer a abordagem de como era a Economia antes do 25 de Abril, qual a Economia que “Abril abriu”, a Economia em que estamos e por onde vai a Economia. Segundo a organização “nos 35 anos do 25 de Abril, este colóquio pretende debater a Economia, as crises, qual o futuro?, sem preconceitos e a partir de diferentes perspectivas”.
No dia 22 de Abril, às 18,30 horas, terá lugar um novo debate, desta feita com o tema “Media, Democracia e Liberdade”. Fernando Correia, (comunicação social), José Rebelo (televisão), Rui Pereira (actividades e problemas dos jornalistas), Domingos Lobo (literatura, concentração de editoras, distribuição de livros) são os intervenientes na iniciativa que tem como moderador o professor universitário e escritor Manuel Gusmão.
Este colóquio visa dar resposta a diversas questões, nomeadamente: “Será que os condicionalismos e constrangimentos que afectam a actividade dos jornalistas, dentro e fora das salas de redacção, põem em causa o pleno exercício da profissão? Será que a produção de informação e, em geral, o trabalho literário se processam à margem da sociedade em que se inserem? Será que sem um jornalismo livre e sem verdadeira liberdade de expressão pode existir uma democracia autêntica?”.