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A evolução das espécies
A “Evolução das Espécies” de Darwin dá mote a uma exposição que estará na Fundação Calouste Gulbenkian até ao dia 24 de Maio. “A Evolução de Darwin”, assim se chama a mostra, assinala os 200 anos do nascimento do cientista e recria a vida de Charles Darwin, os acontecimentos que a marcaram e que se reflectiram na sua formação e na sua obra. A exposição integra uma réplica do barco Beagle, no qual em jovem, realizou uma volta ao mundo e no jardim da Gulbenkian estão exemplares de plantas e animais cedidos pelo Jardim Zoológico de Lisboa que recriam a fauna e a flora que Charles Darwin encontrou naquela viagem.
Os ladrões do mar
O Forte do Bom Sucesso acolhe, até 31 de Maio, a exposição “Piratas, os ladrões do mar” que conta a história da pirataria desde o tempo dos Descobrimentos à actualidade. Para ver em família, a mostra contém peças originais, réplicas de navios e figuras de cera trajadas a rigor com indumentária da época. A exposição da autoria de Sandra Radriguez, especialista em arqueologia subaquática, chega a Lisboa depois de ter passado por diversas capitais do mundo.
Dia Mundial do Teatro
O Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, assinala o Dia Mundial do Teatro, dia 27 de Março, com a peça “Efémera” de Rita Fouto, que subirá ao palco do Auditório Jorge Sampaio, pelas 22 horas. Um acidente de viação numa estrada do interior alentejano serve de pretexto para um encontro entre uma mulher lisboeta e um homem alentejano, entre a vida cosmopolita de Lisboa e a calma e tranquilidade do Alentejo. O espectáculo está a cargo da Animase, Núcleo de Teatro, tem encenação de Catarina Santana e interpretações de Elisa Crisóstomo, Filipa Moraes, Miguel Velez, Pedro Gonçalves e Rui Dinis.
O pranto de Maria Parda
A Companhia de Teatro A Barraca leva ao palco do Auditório Municipal Augusto Cabrita, no Barreiro, a peça “O Pranto de Maria Parda”. Escrito por Gil Vicente em 1522, o texto retrata o reino em decadência caracterizado pela fome, seca, abandono dos campos e êxodo para a cidade. Em Lisboa vive muita gente vinda da Guiné, entre eles uma mulata, escrava, chamada Maria Parda pela cor da sua pele, que sucumbe ao alcóol. Maria do Céu Guerra é Maria Parda numa interpretação que lhe valeu, em 1992, o prémio UNESCO para melhor interpretação. O espectáculo é no dia 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, às 21,30 horas.
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