A chuva impediu o tradicional desfile pelas ruas da Graça e São Vicente de Fora, porém, não impediu que os foliões fizessem a festa do Carnaval. No salão de A Voz do Operário desfilaram as máscaras e ouviu-se a música dos tambores. Serpentinas e papelinhos também ajudaram a dar colorido à iniciativa.
Como manda a tradição, o Carnaval foi comemorado pelas crianças e jovens de A Voz do Operário. Logo pela manhã, os corredores encheram-se de fantasias, umas mais a rigor que outras, e animação. Sem aulas, a manhã foi passada no salão dado que a chuva impossibilitou o habitual desfile na rua. Mas tal não estragou a festa e os tambores rufaram a preceito depois de várias horas de ensaio. Seguiu-se então o desfile dos vários anos e ciclos com os meninos do jardim-de-infância a serem os primeiros a exibir as máscaras, que com a ajuda das educadoras, construiram e que tinham como tema o corpo humano. Lá surgiram bocas, dentes, línguas, enormes narizes e esqueletos, em smilutâneo, com apelos a uma alimentação saudável.
Seguiram-se os outros anos, sempre ao som da música e com muitas serpentinas e papelinhos a acompanhar o desfile. À tarde, de novo os mascarados desfilarem, desta feita, para eleger a melhor máscara.