Jornal "A Voz do Operário"
Taxa de desemprego fixa-se em 12,5%
| Jornal - Nacional |
O Eurostat, organismo de estatísticas da União Europeia (UE), fixou em 12,5 por cento a taxa de desemprego em Portugal. Os dados são de Setembro e vão de encontro ao que se verificou nos centros de emprego em que ao longo daquele mês inscreveram-se mais de 80 mil novos desempregados.
Portugal tem a taxa de desemprego mais elevada da Zona Euro e uma das mais elevadas da UE a 27. Entretanto, o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) registou, em Setembro, mais de 550 mil desempregados, o que corresponde a um aumento face de 3,9 por cento face a Agosto e embora o IEFP diga que o desemprego registado recuou 0,3 por cento em relação a Setembro do ano passado, os dados do Eurostat contradizem-no ao apontarem para uma subida da taxa de desemprego.
Recorde-se que devido à precariezação do mercado de trabalho muitos são os desempregados que não se inscrevem nos centros de emprego uma vez que não cumprem os requisitos para ter acsso ao respectivo subsídio. Aliás, do total de inscritos, 46 por cento não tinha qualquer tipo de subsídio.
Ao longo do mês de Setembro (últimos dados disponíveis) inscreveram-se nos centros de emprego mais de 80 mil novos desempregados, o que corresponde a mais 17,2 por cento que em igual mês de 2010 e mais 49,6 por cento que em Agosto. As ofertas e colocações diminuiram 23,7 por cento e 11 por cento, respectivamente, face a Setembro de 2010.
Os dados do próprio IEFP apontam para um agravamento do desemprego em Portugal, cenário que tende a agravar-se com as medidas inscritas no Orçamento do Estado para 2012 e com o Governo a pretender alterar a legislção laboral o que também contribuirá para elevar os números do desemprego.
Portugal tem a taxa de desemprego mais elevada da Zona Euro e uma das mais elevadas da UE a 27. Entretanto, o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) registou, em Setembro, mais de 550 mil desempregados, o que corresponde a um aumento face de 3,9 por cento face a Agosto e embora o IEFP diga que o desemprego registado recuou 0,3 por cento em relação a Setembro do ano passado, os dados do Eurostat contradizem-no ao apontarem para uma subida da taxa de desemprego.
Recorde-se que devido à precariezação do mercado de trabalho muitos são os desempregados que não se inscrevem nos centros de emprego uma vez que não cumprem os requisitos para ter acsso ao respectivo subsídio. Aliás, do total de inscritos, 46 por cento não tinha qualquer tipo de subsídio.
Ao longo do mês de Setembro (últimos dados disponíveis) inscreveram-se nos centros de emprego mais de 80 mil novos desempregados, o que corresponde a mais 17,2 por cento que em igual mês de 2010 e mais 49,6 por cento que em Agosto. As ofertas e colocações diminuiram 23,7 por cento e 11 por cento, respectivamente, face a Setembro de 2010.
Os dados do próprio IEFP apontam para um agravamento do desemprego em Portugal, cenário que tende a agravar-se com as medidas inscritas no Orçamento do Estado para 2012 e com o Governo a pretender alterar a legislção laboral o que também contribuirá para elevar os números do desemprego.
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